Parte do time StartSe no evento Silicon Valley Conference em São Paulo, no dia 29 de Setembro de 2018.

Há muito ouço uma galera falar mal de pessoas e empresas quando o assunto é startups - pelo menos no Brasil. A minha experiência trabalhando em uma é excelente e sinto que preciso contar como é sempre que eu tiver a chance, justamente pra desmistificar a realidade - que não é como muita gente fala. Não é justo que startups no geral levem má fama em detrimento de algumas que realmente são ruins.

Até já fiz dois posts sobre esse assunto, falando da verdade de se trabalhar em uma startup e de quando a StartSe me levou pro Vale do Silício.

Com 1 ano e meio de experiência trabalhando em uma startup e estando diretamente ligado a esse ecossistema, pessoas e conteúdos, acho que posso contar mais ainda sobre a empresa que trabalho.

O que é StartSe?

É simplesmente o melhor lugar que já trabalhei na vida - pelo menos até aqui.

É também uma empresa jovem (4 anos) - eu não considero mais uma startup - que conecta pessoas e empresas com a Nova Economia, através de 3 pilares:

  1. Motivação: motivar as pessoas a entenderem o novo mundo, a Nova Economia (portal de notícias);
  2. Educação: formar essas pessoas (cursos, eventos e Missões pelo mundo);
  3. Conexão: conectar empreendedores, investidores, mentores, startups e grandes empresas.

Hoje, ela tem escritórios aqui no Brasil (São Paulo e Porto Alegre), nos EUA (San Francisco) e na China (Shanghai). E provavelmente, em breve, em mais lugares do mundo, já que a ideia é realmente ser global.

O que é Nova Economia?

Nova Economia? É tipo se o dólar tá alto recentemente?

Não. Você ainda vai ouvir falar muito disso.

Nova Economia é uma expressão criada no final dos anos 90 pra explicar o mundo saindo da economia global baseada na indústria pra uma economia baseada em serviços, principalmente quando ocorreu a famosa bolha das empresas ponto com (as startups de hoje, podemos dizer). Então, com isso aparece um monte de tecnologia nova, como blockchain, machine learning, inteligência artifical, IoT (Internet das coisas), carros autônomos, etc.; bem como crescimento econômico mundial, baixa inflação, mais oportunidades de emprego e globalização da economia.

Você pode ler mais sobre isso no Wikipedião da massa e o artigo do Michael J. Mandel pela revista BusinessWeek (em inglês), de 1996, quando se empregou esse termo publicamente pela primeira vez na história.

E se você quiser investir uma grana pra entender melhor isso, recomendo o curso A Nova Economia. Realmente vale a pena fazer e é totalmente excelente. Edição de cinema. Sério!

Certo, mas como StartSe ganha dinheiro?

Que bom que você perguntou isso. Dinheiro é importante, né? Ainda é um tabu falar de grana, mas parece que isso está mudando aos poucos.

Sem dinheiro não é possível viver, crescer e ajudar os outros. Por isso é estratégico a gente estudar mais sobre isso e entender melhor sobre o assunto.

Pois bem, lembra que comentei do segundo pilar da empresa? Exato. Os cursos, eventos e Missões são pagos. Mas antes de vender sempre tem alguma informação relevante de graça pra quem estiver envolvido. E isso de alguma maneira já ajuda as pessoas que ainda não podem investir uma grana nisso, por algum motivo.

Eu sempre penso que cursos e eventos são investimentos. Tanto é que estou investindo pesado nisso, como posso, e me ajuda a crescer pessoal e profissionalmente. Só neste ano de 2018, até o dia da publicação deste post, já fui em 32 eventos/meetups - muitos deles de graça. Bom, de graça não é, porque sempre tem uma empresa ou pessoas bancando isso, seja liberando espaço ou pagando os lanchos. A área de TI proporciona essa maravilha e sou totalmente grato por isso. Inclusive no final do ano vou escrever outro post sobre os eventos que participei desse ano.

Mas voltando, alguns eventos e Missões se destacam:

  • Silicon Valley Conference: diria que, hoje, é o principal evento da empresa no Brasil e acontece 2 vezes por ano. É um dia inteiro que a StartSe traz uma galera do Vale do Silício pra falar das novidades de lá. Como no Vale tudo acontece muito rápido e sempre tem coisa nova, a cada edição dá pra gente aprender um conteúdo diferente;
  • Missão Vale do Silício: são 5 dias intensos que o pessoal visita empresas, universidades e lugares históricos, participa de palestras, faz networking com os principais players de lá e estuda muito;
  • Missão China: basicamente o mesmo da Missão do Vale, mas na China, que é um mercado totalmente diferente e que tem a cultura totalmente diferente. E é bom a gente ficar de olho nesse lugar porque está crescendo absurdamente;
  • Missão Israel: basicamente o mesmo da Missão do Vale, mas em Israel. Pouca gente sabe, mas lá é considerado um dos ecossistemas mais maduros do mundo e mais de 300 empresas multinacionais têm centros de pesquisa de alta tecnologia no país, como Apple, IBM, Intel e Cisco;
  • Missão Índia: basicamente o mesmo da Missão do Vale, mas na Índia. Por ser parecido com a China, em termos de grande população, só de saber do mercado de 1,3 bilhão de pessoas já chama a nossa atenção;
  • Learning Experience: basicamente a mesmo da Missão do Vale, mas nunca nível mais abrangente.

Ué, mas Missão Vale do Silício e Learning Experience são a mesma coisa?

Pois é, muita gente tem essa dúvida mesmo. Mas não.

A Missão é um grupo mais fechado, de até 25 pessoas, que tem a possibilidade de visitar mais lugares, participar de mais palestras e ter um contato mais profundo (mais caro).

A Learning é algo mais holístico, de 100 pessoas. Com isso, há mais possibilidade de networking e fica inviável a visita em algumas empresas (que têm, por exemplo, algumas áreas de palestras que suportam 30 ou 40 pessoas). Durante os dias, são formados grupos e a galera precisa criar uma startup, baseado nos conteúdos estudados. No último dia, é feita uma apresentação da ideia e tem um grupo vencedor. E ainda tem uma grande chance de nascer um ótimo negócio no final de tudo.

Além disso, tem a parte Corporate, basicamente, com alguns produtos:

  • Missões Segmentadas: por exemplo, Missões no Vale do Silício nas áreas de Construção Civil, Varejo e Health, sempre com foco em tecnologia;
  • CVS (Corporate Venture as a Service);
  • Breaking the Walls: grandes empresas que precisam acelerar a inovação em algumas áreas (Recursos Humanos, Jurídico, Marketing, Vendas, Logística, Projetos, Tecnologia e Compras) procuram pela StartSe, que fornece a conexão delas com algumas startups que podem resolver isso. Numa tarde inteira essa conexão é feita;
  • Screening: uma busca e seleção de startups a partir de um problema/demanda/projeto de grandes corporações.

Tive o prazer de participar da Learning em abril deste ano e foi a melhor experiência da minha vida, até aqui. Principalmente por ter sido a minha primeira viagem pra fora do Brasil, por ter sido na Califórnia - lugar que queria conhecer desde criança -, e por ter ficado quase o tempo todo com o pessoal da StartSe.

Até editei um vídeo sobre como foi a experiência lá.

E a galera da StartSe?

Se não fossem as pessoas, provavelmente a StartSe teria morrido ou estaria lá em Alfenas/MG ainda, onde foi fundada pelo grande João Evaristo - uma pessoa sensacional que foi um dos principais responsáveis pela minha ida ao Vale e por eu estar bem hoje - e Junior Borneli - um dos mineiros mais engraçados que já conheci, mestre em vendas e em contar histórias (às vezes até aumenta as coisas). E se não fosse por eles, não teriam chegado:

  • Caio Giolo: um irmaozão, que me ajudou demais na minha chegada em São Paulo, ex-estagiário de TI e que hoje toma conta dos eventos offline;
  • Luan: o pato que não voa, mas vende muito. Outro rapaz que me ajudou demais aqui, principalmente no início;
  • Montanha: um cara que tive o prazer de conviver por alguns meses, que me ensinou muita coisa de programação, que me doou alguns dos melhores livros de programação em inglês, um iPad e uma balança, pouco antes de se mudar pra Austrália:
  • Lucas Bicudo: um cara fera em comunicação, que hoje tá tocando outros projetos em outro lugar;
  • Pedro Englert: o grande CEO, sócio da StartSe, ex-sócio da XP Investimentos, investidor de mais de 10 startups. Foi meu Uber por 1 dia em San Francisco usando um Testa, já me acertou uma bolada de tênis de mesa e um cara extremamente focado em resultados. Traduzindo, um cara FODA;
  • Benvenutti: ÍDOLO! É um dos malucos da empresa - me incluo nessa -, sempre com a energia lá em cima, grande palestrante, autor, escritor (dono dos best-sellers Incansáveis e Audaz), sócio da StartSe, ex-sócio da XP Investimentos e meu host em San Francisco, lugar que ele mora por 4 ou 5 anos;
  • Nath Médici: tem um coração imenso. Toca a StartSe for Good e faz a conexão da empresa com algumas empresas e startups. Destaque pra Junior Achievement, uma organização sem fins lucrativos que tem o objetivo de ensinar empreendedorismo pra jovens e adolescentes. E o principal: é palmeirense;
  • Glitz: sócio da StartSe e ex-sócio da XP Investimentos. É também investidor de startups. Deu a volta ao mundo em 2016 com sua esposa, com foco em empreendedorismo, e ainda escreveu um livro massa sobre isso;
  • Cristiano Kruel: o cruel da StartSe. É basicamente o cérebro da empresa, o cara que manja muito de estratégia e toca a área de Inovação. Já desenhou programas de inovação pra multinacionais, estudou na FGV, MIT, UTexas e comanda os eventos offline no Vale do Silício, principalmente a Learning, na parte de conteúdos pra galera criar a startup no final do programa;
  • Marcelo Maisonnave: fundador da XP Investimentos e sócio da StartSe. Um dos caras mais conectados com fintechs em todo o mundo. Ele não fica muito na empresa, mas quando vem é sempre muito relevante. Uma das pessoas mais inteligentes que já conheci na vida;
  • Leal: o gremista mais fanático da firma. Toca a área de Corporate da StartSe e faz essa conexão com grande empresas e startups;
  • Lamounier: toca a operação da StartSe em San Francisco e é um cara extremamente prático. Talvez seja o maior fã do Victor, goleiro do Galo, em todo o mundo. E o agradeço pela Alexa, quando estive no Vale;
  • Giannetti: outro cara bem gente boa que ajuda o Lamounier a tocar as operações no Vale;
  • Ricardo Geromel: o craque da empresa. O cara que joga machucado, na chuva, no sol, onde for e quando precisar. A pessoa mais alto astral da história, com empate técnico junto com Mauricio Benvenutti - com margem de erro de 2 pontos percentuais pra mais ou pra menos. Ele também toca a StartSe na China (desafio gigante, como é o país);
  • Barbara Trein: a americana da StartSe. Morou muitos anos em Virginia - EUA, e trabalhava na área de marketing da empresa. Hoje toca a vida em outros projetos fora da empresa;
  • Amandinha: essa menina é um raio. Se precisa vender alguma coisa, é com ela mesmo. Com experiência de vendas em um banco gigante no Brasil e mundo, ela se adaptou muito bem aqui e provou que consegue vender em qualquer lugar. Provavelmente, se você ligou pro atendimento da StartSe, já trocou algumas ideias com ela. Talvez por horas, caso você a deixou falar;
  • Borel, digo Lobel: corintiano paulista raiz, meu! Toca a parte de Corporate, junto com o Leal. Segundo o próprio Leal, é o cara que mais conhece de startups no Brasil;
  • Carol: passou na entrevista e entrou na firma junto comigo. Faz o design de todos os impressos, de telas que aparecem nos eventos e futura esposa do Luan;
  • Felipe Moreno: um cara, no mínimo estranho, mas muito gente boa. Tocava a área de editorial da empresa, mas, assim como o João, resolveu tocar outros projetos;
  • Isa Borrelli: jornalista gente boa. Toca os conteúdos ricos da empresa, cria e-books, faz entrevista e escreve pro nosso portal. Menina de risada fácil;
  • Igor Drews: nosso gigante (literalmente). Toca a área de Parceiros da StartSe e um cara extremamente inteligente;
  • Gustavo Porto: mais uma pessoa de TI que toca a parte do aplicativo e do portal em Porto Alegre. Outro gremista fanático;
  • Emerson: desenvolvedor back-end que também fica em Porto Alegre. Não temos tanto contato assim, mas ele é bem legal;
  • Allan: desenvolvedor full-stack, que trabalha com o time de Porto Alegre, mas trabalha remotamente. Também tenho pouco contato nesse momento, mas sempre gente boa;
  • Isa Marques: foi por muito tempo nossa Community Manager no Vale e ajudou demais nos eventos offline de lá. Extremamente focada e inteligente também. Hoje fica com o time do Brasil, em São Paulo;
  • Claudinha, vulgo Xanete: uma pessoa sensacional. Mais uma Community Manager, que é fera em relacionamento com o cliente. A StartSe trouxe ela de Porto Alegre pra cá, em São Paulo. Espero que ela esteja curtindo;
  • Thiago Nicolazzi: veio junto com a Claudinha pra cá e fica nessa área de Relacionamento com o Cliente;
  • Ju: dona dos bordões “Tudobom?” (tudo junto assim mesmo, porque ela fala rápido) e “Beeeeeeijo”, tocava a área de Patrocínio e agora também tá na área de vendas;
  • Maradei: o nosso full-stack. Segundo o João, ele será eleito O Cara do Ano 2018 da StartSe. Manja muito de programação e por pouco ele não viraria, quando adolescente, o famoso lateral caxumba (quando desce é um perigo), já que jogava profissionalmente pelo Corinthians;
  • Pimenta: o cara que toca o marketing da empresa. É um cara muito bom com a técnica e manja muito do que faz;
  • Matheus Bellini: joga junto com o Pimenta e ajuda bastante na área de marketing;
  • Vinícius Weiler: é o cara dos e-mails. E uma pessoa bem engraçada;
  • Victor Bin: é o nosso copywritter. Ele que cria a maioria dos conteúdos e textos que aparecem nos e-mails e nos sites. Junto com o Weiler e Ju, estão no processo de parar de fumar (bom, pelo menos tentando);
  • Luiz: toca a área de Corporate no Vale. Pelo contato que tive, também é muito gente boa e ótimo no que faz;
  • Letícia (ou Litixia): foi nossa editora de vídeos por uns meses e decidiu tocar a vida em outra empresa. Uma pessoa bem agradável de conversar e emprestou a voz pra gente em vários eventos offline (“E com vocês: Mauricio Benvenutti”);
  • Luquinha: outro editor de vídeo muito bom no que faz. Ficou na StartSe pouco tempo. Numa tarde, foi buscar o “menó” (seu filho) e não voltou mais. Está tocando a vida com outros projetos;
  • Tainá: nossa repórter e jornalista. Já fez algumas matérias sensacionais e escreve muito bem;
  • Isinha: outra repórter e jornalista. Também escreve bem demais;
  • Thais Aquino: sócia da StartSe e uma pessoa que gosto demais. Veio diretamente de Alegrete Porto Alegre (na verdade de Miami, EUA) pra cá. Toca os eventos da StartSe junto com o Caião. Vez em quando troco ideias em inglês com ela pra praticar. Outra pessoa que é extremamente focada na prática. Fã de Arctic Monkeys e Paul McCartney (informação muito relevante);
  • Vinícius Vieira (ou como diria o João, Viníiiiiiiiiiicius): é o jovem que faz tudo na empresa. Desde ajudar o Maradei com programação, até comprar pão de queijo pra galera;
  • Bira: dono dos bordões “senta-lhe a bota” e “isso é pior que parto de jibóia na transversal”, é um dos caras mais engraçados que conheci na vida. Toca a área de Eventos e Cursos Online e é extremamente profissional;
  • Carlotinha: braço direito do Bira e ajuda a gente com a parte estratégica de criação de novos produtos;
  • Paulinho da Força: trabalha diretamente comigo, já que ele cria todos os layouts da páginas novas (e tem muita página pra lançar e arrumar) de eventos, cursos e tudo mais. Basicamente ele toca e eu preciso chutar pro gol, colocando as páginas na rua;
  • Barcelos: entrou há uns dias pra ser o CTO e parece ser bem legal;
  • Evelise: tocava a parte de Corporate com o Lobel e Leal e agora também tá junto na parte de vendas. Pessoa extremamente simpática;
  • Bella Pugliesi: mais uma da área de vendas da empresa. Há boatos que ela fala igualzinho a Ju;
  • João Loyola: mais um do Sul que veio pra São Paulo. Outro pra reforçar o time de vendas da empresa;
  • Barbara Ramos: junto com o Lobel e Leal, fica na área de Corporate;
  • Isadora: assim como a Evelise, foi alumnus da StartSe numa Learning Experience (na mesma que eu participei) e acabou sendo convocada a fazer parte do time de relacionamento com o cliente, junto com a Xanete Claudinha;
  • Fernanda: atriz e nas horas vagas trabalha com o financeiro da empresa. Participei do processo de entrevistas quando ela foi avaliada, ajudando a pensar na contratação de alguns(mas) candidatos(as) - a Letícia foi contratada dessa leva. Foi bem legal isso;
  • Theila: chegou pra ajudar a Fernanda nessa parte financeira e administrativa;
  • Mateus (com sobrenome impronunciável, até eu aprender o certo): chegou há uns meses pra arrumar a casa (literalmente) e já mostrou que é foda. É também uma pessoa ótima com empatia e comunicação;
  • Daniel: toca a área de Deals da empresa. Não tenho muito contato, mas como as outras pessoas, é bem gente boa;
  • Bruno Ferrari: jornalista e comentarista sobre inovação e tecnologia. Já foi editor das revistas Exame, Época e é colunista da Rádio CBN. Hoje ele comanda a comunicação da firma no Vale.

Chegaram mais algumas pessoas recentemente, mas ainda não tive contato. Assim como deve chegar mais algumas em breve, já que a empresa está crescendo muito, em pouco tempo.

É normal ter alguns atritos e desconfortos nesse processo de crescimento e sofri disso na prática há alguns meses. Ainda bem que consegui voltar nos trilhos e focar em produzir muito.

Sempre penso que eu preciso produzir mais do que me confiam. Isso é empreender, mesmo não sendo dono ou sócio de um negócio necessariamente. É mandar no seu próprio destino e fazer o melhor que pode. Isso sempre envolve pessoas porque sozinho a gente não faz nada, não é nada.

Hoje a StartSe é meu cliente. Então, preciso e quero fazer o melhor que posso enquanto precisarem do meu trabalho ou eu sentir que aqui continua sendo o melhor lugar pra mim.

Só me sinto feliz e bem hoje por causa das pessoas. E muitas dessas pessoas citadas têm muita importância na minha vida.

Provavelmente no próximo post, citarei algumas outras pessoas sensacionais que me ajudaram nesse início de carreira como desenvolvedor e que sou extremamente grato por toda a ajuda que recebo.

O que eu faço exatamente lá?

Eu ajudo a resolver problemas. Já ajudei em eventos, como designer, editor de vídeos e carregador de caixas, mas mais frequentemente ajudo com programação, criando landing pages e, futuramente, aplicações web.

Qual máquina eu uso?

Aqui na firma eu uso, hoje, um MacBook Air 11-inch 2013 de 4GB de RAM, 128GB de SSD, processador Core i5 de 1.3GHz, com macOS Mojave, junto com um monitor Philips de 21 polegadas. Sim, essa máquina é foda pra rodar tudo liso até hoje, por enquanto.

E quais tecnologias eu uso hoje?

  • A trinca HTML, CSS e JavaScript;
  • Bootstrap 4;
  • jQuery;
  • SVG;
  • Um pouquinho de PHP;
  • Gulp;
  • Docker;
  • Git na veia;
  • Photoshop;
  • Illustrator.

O que sonho em usar e quero me preparar pra isso?

  • Layouts inteiros com Flexbox e CSS Grid Layout (pra me desvincular totalmente do Bootstrap);
  • TDD;
  • React;
  • Python;
  • Django;
  • Machine Learning;
  • Inteligência Artificial;
  • Continuous Integration;
  • Design System;
  • Sketch.

Então a StartSe é uma empresa de tecnologia?

Não, não considero. É uma empresa que promove eventos, cursos e Missões pra preparar a galera pra Nova Economia, como citei. Assim, ainda não temos uma base e cultura fortes em programação, por exemplo. E grande parte das minhas referências são externas, são dos eventos/meetups que participo e são das pessoas que convivo e troco ideias lá fora.

Como desenvolvedor, ainda sinto falta de algo mais sólido. E aos poucos está melhorando, uma vez que a empresa está crescendo muito e precisa melhorar em vários aspectos.

Na parte de negócios, sem palavras! Aprendo demais com cada pessoa lá dentro. Assim como na parte de Investimentos. Quase tudo que sei de investimentos é por causa dessa galera. E da Nathalia Arcuri, lógico.

Então, é isso. Não é uma empresa especificamente de tecnologia, mas é impossível fugir dela.

Pra fechar

Me sinto privilegiado por conviver diariamente com esse pessoal e poder trocar ideias sobre assuntos mais complexos.

Isso me motiva ainda mais a continuar no meu propósito de trabalhar com programação e ajudar a resolver problemas (meus e das pessoas). Tenho a alegria de ser louco pelo que faço e trabalhar com gente boa.

Isso tudo também me ajuda a fortalecer e explorar nos itens que considero meus valores:

  1. Confiança;
  2. Respeito;
  3. Humildade;
  4. Empatia;
  5. Inconformismo;
  6. Lealdade;
  7. Importar-me;
  8. Verdade;
  9. Alegria;
  10. Saúde;
  11. Comunicação;
  12. Gratidão.

Como nem tudo é fácil, e ninguém prometeu que seria, claro que tem muita coisa pra melhorar e mudar, principalmente dentro de mim. À medida que a gente se expõe, amadurece, troca ideias com os amigos, reflete, a gente melhora e evolui.

Gosto muito de seguir minha intuição e sou feliz por sentir que sigo no caminho que devo seguir. Principalmente por poder falar, sem medo de errar - apesar de tudo o que aconteceu e pode acontecer, já que sempre vivemos com riscos: está tudo valendo a pena!